Como organizar uma festinha infantil

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Programar uma festa infantil pode ser um susto em comparação com o orçamento familiar. Bufês, comidas, bebidas, presentes e lembrancinhas podem ter cotações absurdas, apavorando os pais, que sempre querem proporcionar uma festa inesquecível para seus filhos. Porém, é possível, sim, organizar uma festinha infantil simples e barata!

 

Confira abaixo algumas dicas para se programar e para evitar quaisquer incidentes envolvendo a criançada.

 

Onde?

Fazer a festa infantil em casa é sempre a opção mais barata. Economizar com o aluguel de um espaço permite que haja uma verba maior para as comidas ou lembrancinhas. Alguns bufês oferecem festas mais em conta, que acontecem normalmente durante a semana, no período da tarde, e são exclusivamente para as crianças.

 

O que fazer?

Caso opte por fazer a festa dentro de casa, invista em brincadeiras artesanais, que os próprios pais possam monitorar: gincanas, jogos de tabuleiro, torneios de videogame ou até mesmo concursos de mímica são opções divertidas. Piqueniques também podem ser uma ótima opção, especialmente para o verão, e cada criança pode levar o seu prato favorito, para haver maior interação entre elas e entre os pais.

 

Como evitar acidentes

Pode parecer que não, mas acidentes podem muito bem acontecer em uma simples festinha infantil. Seja ter de descobrir como tirar chiclete da roupa ou do cabelo de uma criança, remover uma mancha de refrigerante ou bolo de chocolate, limpar cacos de um objeto que caiu no chão – os acidentes podem ser vários! Por isso, é sempre bom estar de olho nas crianças e ir controlando junto com os outros pais o que elas estão fazendo, tal como evitar que elas corram pela casa, comam sem guardanapo, não lavem as mãos depois de comer ou de fazer alguma atividade com tinta ou canetinha.

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O que servir?

Escolher o cardápio também é uma das partes mais difíceis na hora de organizar uma festinha infantil simples e barata. A dica é investir na produção em massa. Cachorro-quente, coxinhas, esfihas e lanches de metro são uma opção financeiramente viável. Caso você opte por fazer tudo dentro de casa, que tal investir em pratos que rendem bastante e exijam pouco esforço, como massas, cupcakes e panquecas recheadas?

 

E as lembrancinhas?

Existem diversas formas de economizar na hora de preparar as lembrancinhas dos convidados. Além de procurar objetos em lojas de atacado, você pode investir em algumas ideias artesanais, para que a própria criança faça a sua lembrancinha. Confira aqui três ideias divertidas e baratas de artesanato. E as crianças ainda terão uma atividade recreativa durante a festa.

Como escolher livros infantis para seu filho?

Foto: Arquivo pessoal Dicas Miúdas

 

É com grande alegria que eu comunico a vocês que minhas queridas amigas e colaboradoras Luciana Hodges e Alena Nobre estão de volta ao Dicas Miúdas, com textos sempre muito interessantes para nos ajudar com nossos filhos! E começando esta “nova temporada” elas trouxeram um tema que eu particularmente adoro: Livros! Você estimula seus filhos a lerem? Eles possuem livros adequados a suas faixas de idade? Vejam algumas dicas de como escolher corretamente os livros, que elas trouxeram e eu aproveitei que estive na feira de livros Eu Amo Ler, que tem ótimos preços e uma boa variedade de livros, e trouxe umas opções para ilustrar a matéria, boa leitura!

 

Uma pequena biblioteca de livros infantis em casa é um incentivo para que os nossos filhos desenvolvam a leitura. A habilidade de ler é essencial tanto para a vida escolar, já que todas as matérias dependem de leitura e interpretação de texto, quanto para a vida pessoal de modo geral.

 

Ainda mais importante que isso, ter livros em casa incentiva os filhos a GOSTAR de ler. Como a leitura vai ser importante e inevitável ao longo da vida toda, o ideal é que esteja bem longe de ser algo desagradável, não é mesmo?
Resolvemos dar uma mãozinha pra ajudar vocês a escolherem, dentro de tanta variedade que existe no mercado, que tipo de livros dar de presente às suas crianças (olha o natal chegando, gente!). Sabemos que leitura é um gosto muito pessoal, então pensamos em sugerir alguns critérios que vão facilitar as suas escolhas.

 

Para crianças de todas as idades:

A regra básica é que a leitura seja fonte de prazer. Se os livros de casa forem vistos como uma extensão das obrigações escolares, muito provavelmente terão o efeito contrário ao que se propõe, e serão um desestímulo à leitura. Em casa você deve favorecer que a leitura seja associada à diversão, um entretenimento lúdico que é quase uma brincadeira!

 

Para os pequenos a sugestão são livros com fantoches, com botões musicais e que narram a história e livros resistentes, como os de banho, que são de plástico.

 

Para crianças de 0 a 3 anos:

Dê preferência a livros feitos com materiais mais duradouros e menos delicados. Nessa idade seu filho vai manuseá-los mais grosseiramente, jogar no chão, amassar, morder, sacudir, como faria com qualquer brinquedo. Faz parte do aprendizado dele e da exploração do mundo.

 

Os livros feitos para essa idade dão ênfase às ilustrações, e frequentemente são focados em conceitos que as crianças estão aprendendo, tais como cores, números, animais, alimentos, formas e texturas, etc.

 

Os livros mais interativos são bem interessantes nessa fase. A criança pode pressionar, abrir abas, apertar botões, tocar, etc. É um bom modo de manter a atenção delas de um jeito divertido.

 

Livros com personagens conhecidos, como os da Turma da Mônica podem aumentar o interesse da criança. Livros interativos com quebra cabeças. Livros com personagens conhecidos da TV e é claro que clássicos como Peter Pan e Pinóquio, dentre outros.

Para crianças de 4 a 7 anos:

Nessa idade não podem faltar os livrinhos com rimas. Eles são muito interessantes, pois ajudam no processo de alfabetização. As rimas ajudam a criança a refletir sobre os sons da fala, e a fazer a relação entre as letras e os sons. Essa habilidade de pensar sobre a estrutura sonora das palavras é essencial para que ela se alfabetize.

 

A criança nessa idade costuma ter seus filmes e programas de televisão favoritos. Em geral, há livros sobre os mesmos temas e personagens, que podem ser atraentes para eles.

Os contos de fadas e histórias tradicionais também começam a ser mais apreciados nessa idade.

 

Livros que tragam curiosidades sobre um tema específico, como é o caso dos dinossauros, que geralmente conquista todas as crianças, principalmente os meninos. Livros com perguntas curiosas e suas respectivas respostas. E livros com assuntos do cotidiano, como por exemplo lavar o cabelo, mas contado de forma diferente e divertida.

Para crianças maiores:

Crianças em torno dos 8 anos de idade já começam a ter suas preferências mais definidas. Podem participar no processo de escolha dos livros, selecionando assuntos, histórias, personagens, que mais lhes agradem.

 

O que não pode faltar numa biblioteca caseira bem “balanceada”:

 

  • · Livros que abordem valores importantes para a família. Cada uma tem os seus. Que valores você quer transmitir a seus filhos? Quais são aqueles que você prioriza? Bondade, Honestidade, Amizade, Tolerância, Perseverança, Respeito à diversidade? Procure livrinhos com histórias que falem sobre eles. Há muitas opções legais no mercado.

 

  • · Livros que tratem de assuntos comuns no dia a dia das crianças. Leve em consideração a fase do desenvolvimento. Por exemplo, há livros que falam sobre medo de dormir sozinho, sobre socialização, sobre virar irmão mais velho, sobre ir para a escola pela primeira vez, sobre mudar de escola, ou mudar de cidade… o que o seu filho está vivenciando ultimamente, ou está prestes a vivenciar? Com certeza há livrinhos falando sobre isso.

 

  • · Livros que falem de sentimentos. Ninguém nasce sabendo nomear o que está sentindo, e muito menos como lidar adequadamente com as emoções. Há livros sobre as emoções consideradas boas, e sobre aquelas que não gostamos de sentir, como medo, timidez, ciúmes. Ler pode ser bem menos ameaçador para a criança do que conversar sobre o assunto, de primeira. Aliás, o livro pode ser um bom começo para muitas conversas sobre o tema.

 

  • · Livros que estimulem a criatividade e a curiosidade. Muitos livros ensinam novas habilidades, como desenhar, cozinhar, fazer dobraduras, etc. Alguns são recheados de atividades para os pequenos. São livros ótimos de se ter à mão em viagens, consultórios médicos e tardes chuvosas, para distrair as crianças.

 

  • · Pra finalizar esse post, um toque muito especial: não podem faltar livros que pertenceram aos pais! Se você não tem a edição original do(s) livro(s) que costumava amar na infância, pode comprar um igual para seu filho. Afinal, o bom exemplo do hábito da leitura começa nesse compartilhar. Qual livro marcou a sua infância? Seus filhos vão adorar saber mais sobre você e seus gostos quando era criança! Vai render boas conversas e, de bônus, o fortalecimento do seu vínculo afetivo com ele.

Livros de atividades são bons para todos os momentos, principalmente quando vamos sair para um médico ou restaurante. Pode ser uma atividade artística, como ensinar a criar bonecos de massinha ou desenhar bonecos. Podem ter atividades educativas como aprender sobre assuntos diversos e até mesmo a escrever! E livros de colorir que sempre são muito bem aceitos, principalmente quando trás desenhos do interesse da criança.

Luciana Hodges é psicóloga, doutora e pós-doutora em psicologia cognitiva. Alena Nobre é pedagoga, mestre e doutora em psicologia cognitiva. Juntas, realizam projetos na área de educação e desenvolvimento infantil e também estão sempre trazendo ótimas dicas em suas redes sociais (Bases cognitivas, no facebook e no instagram @basescognitivas). contato: basescognitivas@gmail.com 

Desfralde

 

Quando temos nossos filhos, ficamos olhando aqueles seres tão pequenos e ao mesmo tempo com tanto para aprender… E aos poucos eles vão superando seus “obstáculos” e alcançando suas vitórias! Uma das etapas de desenvolvimento infantil que eu considero um marco na vida de toda a família é o desfralde. É quando a criança deixa de ser o “bebê de fraldas” para ser a mocinha ou o rapazinho que usa calcinha ou cueca e vai ao banheiro como os pais!!!!! Mas na maioria das vezes não é fácil nem rápido! Nem para a criança, nem para os pais.

 

Muitos se perguntam qual a idade para começar o desfralde e a resposta é simples: não existe uma idade certa! Cada criança tem o seu tempo e cabe a nós pais respeitar e ajudar a criança no seu amadurecimento. Para que ela cresça com confiança e muita alegria! Aqui em casa eu tenho duas filhas e o desfralde foi completamente diferente, e eu vou falar um pouco da minha experiência também para vocês!

 

Apesar de não ter uma idade exata, é importante que a criança tenha um mínimo de amadurecimento e já saiba falar, para dizer o que quer e quando quer! Por isso muitos indicam que o desfralde diurno deve ser iniciado a partir dos 2 anos (lembrando que não é uma regra e sim orientação). Para só depois retirar a fralda noturna, pois esta já é mais complicada, uma vez que a criança tem que controlar o seu organismo enquanto dorme.

 

Com as minhas meninas foi assim: Camila iniciou o desfralde na própria escola pouco depois de completar 2 anos, não lembro exatamente quanto tempo durou o processo, mas sei que foram meses lavando sacolas e mais sacolas de roupas sujas de xixi e cocô que voltavam da escola (ela estudava em horário integral). Já Manuela como demorou muito a falar e a minha preguiça de ter que ficar limpando e lavando era maior, eu retardei ao máximo, até que a priminha dela (mais nova 10 meses) começou o desfralde e eu resolvi encarar junto, ela já tinha quase 3 anos. Conversei na escola, era final de junho, e a professora me orientou que aproveitasse as férias para iniciar, pois estando em casa ela se sentiria mais a vontade e menos constrangida com os “incidentes” e assim eu fiz. O mês de julho não foi fácil, era o dia limpando o chão, mas quando chegou agosto as coisas começaram a melhorar e em setembro ela já não fazia  mais nada nas calças, salvo raríssimas exceções.

 

Sinais de que a criança está pronta para iniciar o desfralde:

1) Consegue passar um tempo maior sem fazer xixi (mais de 2 horas)

 

2) Indica que quer fazer

 

3) Pede para tirar a fralda e usar o banheiro

 

4) Está com horários mais regrados para o cocô (geralmente tem um horário específico).

 

Estes indícios te ajudarão e muito!

 

 

E para ajudar neste processo alguns acessórios são grandes aliados:

 

1) penico e/ou redutor de assento (as minhas nunca aceitaram o penico, então é bom ver o que a criança prefere)

 

2) banquinho para ajudar a criança a subir na bacia sanitária ou para apoiar os pés enquanto estiver sentado.

 

3) Calcinhas ou cuecas (se forem de personagens irá estimular ainda mais o uso)

 

4) protetor de assento descartável: muitos não usam, mas eu usei bastante, principalmente com Camila. É uma capinha plástica descartável, que você utiliza para forrar o assento da bacia em lugares públicos.

 

 

Algumas dicas importantes:

1) Dê preferência a roupas fáceis de tirar, para facilitar na hora do “aperto”, muitas vezes eles só avisam em cima da hora.

 

2) Não pressione a criança e muito menos reclame quando ela não segurar e fizer as necessidades no chão.

 

3) Ao sair não deixe nunca de levar uma roupa ou mais roupas extras e se for o caso até uma fralda.

 

4) Eu comecei o desfralde por partes, primeiro em casa, depois em casa e na escola, para por último tirar a fralda dos passeios. Observei que isso também deu mais segurança para elas, afinal é super constrangedor ficar toda suja na frente dos outros.

Então vamos ter paciência e respeitar o tempo das crianças. E se por acaso você notar que a criança não está conseguindo, e pode até está apresentando alterações de humor e comportamento, pare e pense se não é o caso de dar mais um tempo e recomeçar um pouco mais para frente. Esta pausa, muitas vezes faz com que a própria criança reflita e adquira mais confiança, tenha certeza de que não será um retrocesso.

 

5) A higiene íntima é de extrema importância neste período, então não esqueçam de higienizar bem, pois a limpeza com papel higiênico às vezes ainda deixa resíduos que podem causar assaduras.

 

6) Incentive a criança e comemore quando ela conseguir! Estes incentivos darão confiança e estímulo! Vale até dar tchau para o xixi e para o cocô na hora da descarga kkkkk

 

7) No início as crianças ainda não sabem exatamente quando a vontade chega e se estiverem no meio de uma brincadeira, provavelmente esquecerão, então vale perguntar com frequência se querem ir, e algumas vezes mesmo ela dizendo que não é bom levar, para evitar “acidentes”.

 

8) ótimos aliados nesta fase são livrinhos, desenhos animados e brinquedos sobre o tema. Ajudará a criança a entrar neste universo, a entender a necessidade e os cuidados com a higiene que ela deverá ter.

 

9) E acredito que a Dica mais importante é PACIÊNCIA!!!!!!!!! Não é fácil para a criança nem para os pais, então vamos ter paciência, disposição para limpar quantas vezes forem necessárias e conversar muito, explicando, tirando dúvidas e fortalecendo a criança! Este é um ótimo momento também para aumentar a intimidade  e estreitar laços entre pais e filhos.

 

Boa Sorte!!!!

 

Para saber um outras dicas sobre etapas do Desenvolvimento infantil, clique aqui!

 

Este texto foi escrito especialmente para o Projeto Amigos Blogueiros, que a cada semana um blog amigo trás um assunto para discutirmos e aprendermos. Afinal assim é a vida de pais e mães: aprendizado constante!

Na Mancha ninhguém me pega

Crédito das Fotos: Gustavo Bettini /Divulgação

Crianças não brincam de brincar, brincam de verdade” Mário Quintana

 

A Em Cena Arte e Cidadania estreia esta semana, no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro, o espetáculo “Na Mancha Ninguém Me Pega“, uma releitura da primeira apresentação feita pelo grupo em 2002. Quinze anos depois, e o tema central continua cada dia mais necessário: as brincadeiras infantis são colocadas em palco de forma envolvente e divertida. Na Mancha Ninguém Me Pega provoca o entusiasmo pelo universo do brincar, pela liberdade e alegria que as crianças precisam ter.
As 19 bailarinas são crianças e adolescentes que fazem parte da Associação Em Cena Arte e Cidadania, no bairro dos Coelhos. Na apresentação, parlendas, charadas e brincadeiras de rua se entrelaçam aos movimentos da dança. Para a releitura, o espetáculo, que tem duração de 50 minutos, ganhou novos cenário, figurino, plano de luz e trilha sonora.
Batatinha 1 2 3, passa anel, cabra-cega, estrelinha, adoleta, guerreou, estátua, boca de forno, esconde-esconde, pega-pega, lagarta pintada, amarelinha, cama de gato, roda, bambolê, são algumas das brincadeiras que o espetáculo traz em cena, com direção e coreografia de Maria Paula Costa Rêgo, figurino e cenário criados por Walther Homes, trilha sonora de Berna Vieira, Gabriel Melo e Irandê Naguê.
Para promover a inclusão social, duas apresentações do espetáculo serão feitas com tradução em libras. No sábado (26/11), as 16h e no domingo (27/11), as 10h.
Na Mancha Ninguém Me Pega tem incentivo do Funcultura PE (Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura), e a associação Em Cena Arte e Cidadania tem apoio de pessoas físicas, empresas, e do Conselho Municipal de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente.
A Em Cena Arte e Cidadania é uma associação civil sem fins lucrativos, com sede no bairro dos Coelhos, em Recife, e que desde 1998 atua no ensino de dança para crianças e adolescentes. Entre os espetáculos já montados estão Na Mancha Ninguém Me Pega (2002-2004), Estações: Uma História de Amor Impossível (2003), O Quebra Nozes no reino do meio dia (2005)-2008), Amanhã é Depois, hoje é brinquedo (2011-2012) e Disse Me Dança (2013, 2014,2015).
Serviço:

Local: Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro, na Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro – Recife)
Programação:

19/11 – sábado | 16h
20/11 – domingo | 10h e 16h

26/11 – sábado | 16h
27/11 – domingo | 10h e 16h

04/12 – domingo | 10h e 16h

Informações: 81. 3216-1728
Ingressos: R$20,00 (inteira) e R$10,00  (meia)
Apresentações com Tradução em Libras (26/11, as 16h), e 27/11 (as 10h).
Os ingressos estão à venda no site https://www.eventic.com.br/na-mancha-ninguem-me-pega (cartão) e na bilheteria do Teatro, uma hora antes do espetáculo (pagamento em dinheiro).
Ficha Técnica

Realização: Em Cena Arte e Cidadania

Direção e coreografia: Maria Paula Costa Rêgo

Assistentes de Direção e Ensaios: Mieja Chang e Ketully Leal
Elenco: Alana Luiza, Ana Clara Kirsten, Andreline Evangelista, Anna Terra, Dênia Delany, Eduarda Lima, Emilly Flávia, Emylin Lopes, Geovana Nascimento, Gersanita Gomes, Jamilly Rayssa, Ketully Leal, Lara Rafaelly, Miriam Santana, Naise Nascimento, Rebecka Helena, Rebeka Thamilis, Suely Vicente e Thâmara Lima.
Cenário e Figurino: Walther Holmes
Trilha sonora: Berna Vieira, Gabriel Melo e Irandê Naguê
Operação de som: Marcelo Nascimento
Iluminação: Luciana Raposo

CONTATO:
Betânia Gonçalves – coordenadora da Associação Em Cena Arte e Cidadania – (81)99601.4500 / 8688.4500
Chegou a hora da Natação?

Foto: Arquivo Escola de natação Leão Marinho

 

Estamos chegando no verão e isso significa praia, piscina, lazer e muita diversão, não é isso? Mas quando seu filho ainda não sabe nadar, a diversão se transforma em estresse, porque lhe causa insegurança e o medo de afogamento. E pensando neste medo que ronda não só os pais, mas toda a família (tios e avós), fui em busca de algumas dicas de como escolher uma boa escola de natação e o que devemos levar em consideração nesta hora. E nada de especulações e achismos, então fui em busca de uma profissional da área que pudesse me orientar e todo o texto abaixo foi feito baseado em uma conversa com Silvana Souza Leão, que trabalha nas piscinas há 25 anos e está há 16 anos a frente da escola de natação e recreação aquática Leão marinho.

 

É super importante colocar a criança na aula de natação desde bem pequeno, primeiro para ela ir se adaptando ao meio líquido, mas quando eles começam a dar os primeiros passos, acredito que a principal preocupação é a prevenção contra afogamentos. “Nesta fase inicial é importante que a criança se sinta segura e feliz em ir para a piscina, para isso as aulas devem ser montadas de forma toda especial, em meio a brincadeiras, processos lúdicos, músicas e muita criatividade. Eles vão aprender brincando e enfrentando muitos desafios além de estar num ambiente bem familiar que é a água”, afirma Silvana.

 

Foto: Arquivo Escola de natação Leão Marinho

 

E como saber qual a melhor opção de escola para colocarmos nossos filhos??? É sempre uma dúvida grande, principalmente por ser uma atividade que envolve um certo risco, não é mesmo? Então partimos do básico, mas primordial: uma boa escola de Natação deve ter profissionais capacitados e especializados na área de Natação infantil, uma boa higienização da área da piscina e apoios. Mas tem uma coisa que eu particularmente nunca tinha pensado, por são ser tão familiarizada com este universo, mas que Silvana falou e eu concordei plenamente: a escola tem que ter uma boa estrutura de piscina, com vários níveis de profundidade para que a criança possa vivenciá-las e evoluir.

 

Foto: Arquivo Escola de natação Leão Marinho