Gato pra cá, rato pra lá

Estava tão na dúvida do livro que indicaria hoje, e não gosto de passar a quarta feira sem uma boa #DicaDeLivro. Quando eu chego em casa de uma tarde me muitas reflexões e recordações, uma grata surpresa: chegaram os livros da campanha do Itaú “Leia para uma criança” e um dos livros era este “Gato pra cá, rato pra lá” e engraçado que logo chamou minha atenção… Não sei se foi a autora, de quem gosto muito ou se era o texto me chamando, para completar minhas reflexões kkkkk

 

Mas quando li tive a certeza de que ele seria o escolhido do dia!!! Como a própria autora diz ele não traz uma grande história, mas algumas questões para refletirmos. E valores que tento passar para minha filha… Muitas vezes a “lógica” da vida não tem lógica nenhuma e nos encontramos em situações que não entendemos o porque, mas se pararmos um instante e olharmos ao nosso redor, sem enxergar rótulos e padrões preestabelecidos, veremos uma realidade bem diferente e podemos agir de forma também diferente, não é?!

 

Então é isso, vamos ler e refletir, e chamar nossos pequenos para refletirem juntos. E enxergar a vida de forma mais romântica e doce.

 

Dica: Se você ainda não solicitou o seu livro na campanha do Itaú, clique AQUI!!!! É gratuito e super simples!

 

 

Sinopse:

Ao narrar o encontro inusitado de um gato e um rato, o texto busca exalar afetividade, graça e compreensão.

Se alguém for procurar uma grande história, neste livro, não vai encontrar. Ele resolveu escolher o caminho singelo, e livro, se a gente não deixar ele ser como cisma, fica amarrado.

 

Ficha Técnica:

 

Livro: Gato pra cá, rato pra lá

Autor: Sylvia Orthof

Ilustração: Graça Lima

Editora: Editora Rovelle

Indicado: para crianças a partir de 5 anos

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  1. Os da gente chegaram ontem… E fomos logo lendo… Achei o livro bonitinho, mas não entendi porque o gato não ajudou o rato. kkkkkkk

    • kkkk Vou dar a minha interpretação do livro: ele não ajudou por uma questão cultural e de “princípios”, vai contra a conduta de um gato ajudar um rato. Ele já conseguiu não atacar o bichinho… Quando parou e mudou o foco com a Lua. Acho que é mostrando que muitas vezes agimos no automático pelo instinto e não paramos para respirar.