Ateliê Criativo

 

O Ateliê Criativo é um projeto que vem para resgatar o afeto, a conexão entre filhos e famílias, um projeto que vem para fortalecer o amor.

 

Segundo as idealizadoras do projeto são Camila Domingues, pedagoga e educadora (Coordenadora da Escola Encontro) e  Tetê Brandão, arquiteta e contadora de histórias (UniDUniTetê), tudo nasceu do sonho de poder proporcionar a muitas famílias a possibilidade do restabelecimento das conexões simples do afeto familiar que muitas vezes ficam em segundo plano pela correria do dia-a-dia do mundo contemporâneo. O Ateliê Criativo é um espaço de resgate, sem tempo, sem pressa, a única regra é o amor!

 

Com o formato de oficinas criativas, os primeiros módulos já estão agendados para novembro de 2016, sempre com propostas diferentes e inovadoras.

 

Serviços:

 

Data: 12 e 26 /11/16

Hora: das 9:00h às 11:30h,

Local: Escolinha de Artes da Rua do Cupim, Graças.

 

Idade: Para crianças de 6 meses a 6 anos (divididas em 2 turmas de acordo com as faixas etárias). Turma 1: 6meses a 1 ano e 10 meses e turma 2: 2 a 6 anos

 

Proposta:

Turma 112/11/16 musicalização e artes (com Nataly Gomes) e sensorialidade (com Bia Lima) e Leitura e 26/11/16 Histórias (com Luciano Pontes) / Artes e Sensorialidade (com Bia Lima).

Turma 2 - 12/11/16 Artes e Sensorialidade (com Bia Lima) e 26/11/16 Dança Criativa (com Renata Botelho).

 

Valor: R$60,00

 

As inscrições deverão ser feitas através do e-mail: ateliecriativo.recife@gmail.com
Para mais informações: Tetê (81) 992928992
Acompanhe pelo Instagram: @ateliecriativo.recife

 

#SomosTodosJoaquim

Sempre falo que o maior bem que podemos ter é a saúde, pois é com ela que podemos fazer todo o resto… Mas depois que nos tornamos pais e mães é que damos realmente valor, não é mesmo?! Mais valor ainda você daria se seu filho tivesse nascido com algum problema de saúde e que em nada você pudesse ajudar… E se depois você descobrisse que a cura dele só poderá vir através da doação de outra pessoa??? Mas não estou falando em dinheiro, estou falando de uma doação muito mais valiosa, que dinheiro nenhum pode comprar: um órgão! As filas são enormes, às restrições para aceitação e compatibilidade também são muitas, pois os bancos de órgãos estão bem vazios, isto porque ainda há muita resistência em permitir e autorizar a doação dos órgãos.

 

Confesso que nunca tinha pensado muito sobre o assunto, até que uma pessoa próxima entrou nesta fila, nesta ansiedade, e eu pude ver um pouco mais de perto a angústia de uma família que passou meses a esperar… E é sobre um pequeno grande guerreiro, chamado Joaquim e o amor e luta de sua família que vou falar!

 

 

Há pouco mais de 2 anos atrás nasceu um menininho, o segundo filho de um casal conhecido meu. Era pra ser um dia de muita festa e comemoração, mas toda esta alegria foi interrompida e tomada pelo medo, angústia e insegurança. Logo após o seu nascimento o pequeno Joaquim foi diagnosticado com estenose de válvula aórtica. O pediatra explicou que em pouco tempo ele teria que fazer uma intervenção cirúrgica para que pudesse esperar até a possibilidade de um tratamento mais definitivo.

 

Com 39 dias de nascido ele fez uma valvoplastia por balão, no Incor em São Paulo, desde então vinha sendo acompanhado para verificar qual seria a época para fazer outra intervenção cirúrgica. Em julho do ano passado, a médica em Recife verificou uma mudança nos exames e indicou a fazer a consulta com o cirurgião em São Paulo. A consulta foi feita dia 11 de setembro, foi quando a família soube que uma das possibilidades cirúrgicas era usar uma válvula de doador. E não tinha como precisar quanto tempo eles ficariam esperando.

 

O tempo foi passando e nada da válvula aparecer… Seus pais foram se informar sobre o processo de captação de válvulas, no banco de válvulas que fica em Curitiba. E eles souberam que quando o coração não pode ser doado como órgão, pode ser enviado para o banco e lá eles removem as válvulas que passam por um processo e ficam sendo conservadas por tempo indeterminado. O processo de captação e envio é feito pelas centrais de captação de órgãos dos estados, tudo pelo SUS. A quantidade de corações enviadas é muito pequena, por isso as pessoas esperam tanto por um homoenxerto de válvula cardíaca, que não é considerado um transplante  porque não tem células.

 

E este período de espera finalmente acabou, após longos 7 meses Joaquim finalmente conseguiu uma válvula e hoje, 16/04/15, irá fazer a sua cirurgia! Ainda bem que esta angústia terminou e tenho a certeza de que após a cirurgia tudo se resolverá e Joaquim, junto com seus pais Daniel e Renata e seu irmão Guilherme, poderão retomar suas vidas e agora de forma bem mais tranquila! Mas e quantas outras famílias continuam esperando??? Foi pensando nisso que Renata no meio de tantos sentimentos decidiu iniciar uma campanha #SomosTodosJoaquim onde ela pede que as pessoas pensem mais no próximo e doem mais órgãos!!!! Só assim muitas pessoas terão suas dores  amenizadas. “Se mais pessoas doassem e se os corações fossem enviados não iria demorar e é possível ter estoque de válvulas, basta aumentar as doações” afirma Renata Cimões, mãe do pequeno grande Joaquim!

 

 

E então vamos entrar nessa campanha??? Espalhem esta história e marque nas suas fotos #SomosTodosJoaquim, para que mais pessoas possam se sensibilizar e ajudar!

 

Hoje Joaquim estará na sala de cirurgia e eu gostaria que se você puder pare um minuto e faça uma oração, pedindo clareza e sabedoria para os médicos, a cura de Joaquim e muito amor para acalentar os corações de Renata e Daniel (os pais) e de toda a família e amigos que com certeza estarão com o pensamento e todas as orações voltadas para ele!

 

Joaquim, estamos te esperando com a certeza de que iremos brincar e nos divertir muito!!!! Renata e Daniel estamos por aqui, para o que precisar e com a certeza de que Deus não poderia ter escolhido pais melhores para Joaquim do que vocês!!!! Apesar de tantos motivos para chorar sempre via vocês com um sorriso no rosto e a esperança e certeza de que tudo daria certo! Até muito breve para fazermos uma grande celebração!!!!!! Beijos enormes no coração de todos vocês Regina, Aloysio, Camila e Manuela!!!!

O seu bebê é papo de outros adultos?

 

Quando nasce um bebê, nascem uma mãe e um pai. E nascem também avós, avôs, tios, tias e tantos outros parentes bem intencionados e animadíssimos para dar palpites na sua forma de cuidar e educar. O “Papo de Adulto” de hoje é sobre isso.

 

A situação é no mínimo delicada. Cada um parece convencido que sua forma de fazer as coisas é a melhor e deveria ser a única. E agora, papais e mamães, como lidar com tantas opiniões?

 

O passo que considero primordial é assumir de verdade os papéis de pai e mãe. Vocês são os responsáveis e podem até ouvir todo mundo, mas só vocês poderão dar o veredito final. Quanto mais isso estiver claro e bem resolvido na cabeça de vocês, mais fácil (ou menos difícil) vai ser enfrentar as intromissões familiares e colocar limites. Não que isso seja tão simples. Às vezes é preciso até a ajuda de um psicólogo para conseguir a segurança e a coragem necessárias para fazer valer suas novas autoridades materna e paterna. Por exemplo, vivemos diversos papéis, e numa hora em que sua mãe esteja dando uma sugestão da qual você discorda, o papel de “mãe de seu filho” e o papel de “filha da sua mãe” podem entrar em conflito dentro de você, e você fica sem saber como se impor (até porque o lado “filha” tenderá a obedecer e acatar o que sua mãe disser).

 

Aqui entra a segunda dica: nesse processo de assumir os papéis de pai e mãe, unam-se. Conversem bastante entre si e cheguem a acordos comuns. Informação é poder, por isso leiam muito, perguntem muito, e filtrem essas informações de acordo com os valores que querem construir para a família de vocês. Isso requer algumas negociações e muita conversa. Uma vez que consigam se entender sobre o modo como pretendem criar seus filhos, poderão ajudar um ao outro a se manter firmes nas suas convicções. Isso vale inclusive para pais e mães que não estão mais juntos, afinal vocês serão sempre pai e mãe e compartilham a responsabilidade pela criança. No exemplo que dei acima, quando os papéis de mãe e filha estiverem em conflito e for difícil para você sustentar suas opiniões perante sua mãe, o pai do seu filho pode vir em seu socorro. E vice-versa, pois diante de algumas pessoas pode ser que ele tenha dificuldades em se impor, e você precise ajudá-lo. Mas atenção: isso não significa fazer pelo outro, não quer dizer que ele vai lidar com a sua família sozinho, ou você vai lidar sozinha com a família dele. Se for assim, estarão criando outro problema, que é a piora da relação com os sogros e cunhados. Unam-se e ajudem-se.

 

Partindo do princípio que vocês se informaram bastante antes de tomarem decisões sobre a criação dos filhos, terão argumentos sólidos para usar quando alguém os tenta convencer a fazer as coisas de um jeito diferente do que planejaram. Aproveitem para passar essas informações adiante. Se a conversa com os parentes não fluir com facilidade, você pode emprestar um livro, enviar o texto de um blog, um vídeo, enfim, algo que a pessoa possa ler ou assistir e comentar com vocês depois. Pode ser que você consiga convencê-la das suas opiniões e ganhe um(a) aliado(a).

 

Caso isso não aconteça, e a pessoa continue insistindo, é hora de colocar limites claros. Agradeça a boa vontade e o interesse, diga que vocês já tomaram as decisões, e não se explique muito para não dar espaço a mais intromissões.

 

Pra terminar, uma reflexão. Convém lembrar que é muito mais fácil colocar limites quando damos o exemplo. Se você invade o espaço de outros pais com opiniões insistentes, ou desautorizando e desrespeitando decisões que eles tomaram, está abrindo espaço para que façam o mesmo com você. Faça como gostaria que fizessem com você. Com respeito e carinho, todo mundo se entende.

 

Ciúmes entre irmãos

 

Gente, que alegria estar aqui com vocês, abrindo esse primeiro post da parceria entre o Bases Cognitivas e o Dicas Miúdas. A gente já chegou se sentindo em casa, super bem recebidas, cheias de ideias e de coração aberto para as sugestões de vocês. É com muito carinho que estamos pensando em temas pra escrever, e o de hoje é um tema que nenhum pai ou mãe de duas ou mais crianças escapa: os ciúmes entre os filhos.

 

A situação todo mundo conhece: por uma boa parte da infância, podendo entrar pela adolescência e até mesmo pela vida adulta, os irmãos trocam provocações, xingam, batem, dão birra quando os pais dão atenção ao outro, acusam os pais de preferir ou proteger o outro filho, ficam contentes quando o outro está de castigo… Tudo isso quase diariamente. Difícil de lidar. Mas vocês sabiam que esses comportamentos de rivalidade tem um lado muito positivo?

 

Muito se fala na influência que os pais têm na vida dos filhos, mas às vezes se deixa um pouco de lado a influência que os irmãos têm na vida um do outro, e eles são responsáveis por nos ajudar em aprendizados importantes. Como são os nossos “pares”, ou seja, pessoas mais ou menos da mesma idade, o relacionamento é muito diferente do relacionamento da criança com o adulto. Enquanto o adulto é mais compreensivo, cede mais, e está numa posição hierarquicamente superior, os irmãos estão em pé de igualdade. Essas rivalidades dão a eles amplas oportunidades de aprender a negociar (em vez de ter que acatar ordens do adulto) e encontrar soluções alternativas e satisfatórias para ambas as partes, de aprender a argumentar, e de aprender a brigar. Sim, porque brigar também se aprende, há formas aceitáveis e inaceitáveis de se brigar, e é brigando que as crianças vão desenvolver o autocontrole e a regulação de suas emoções. Também é na rivalidade com os irmãos que a criança vai estabelecendo sua personalidade, às vezes até para antagonizar o outro, tipo “ele é o inteligente, eu vou ser o engraçado”.

 

Mas alguns cuidados os pais precisam ter, pra não estimular esses ciúmes ao ponto de deixar de ser saudável e até prejudicar o vínculo afetivo entre os filhos.

 

1) Evite comparações. Elas soam como cobranças. Sejam ditas ou demonstradas nos comportamentos, as comparações fazem com que alguém se sinta perdendo ou incapaz. Isso fere a autoestima e gera mágoa, principalmente voltada para a pessoa com quem se está sendo comparado.

 

2) Reconheça, elogie e estimule as qualidades e habilidades de cada um. Mostre em atitudes e palavras que valoriza a individualidade de cada filho. Eles se sentirão validados e amados.

 

3) Porém, evite rótulos, mesmo os positivos. Deixar que eles experimentem papéis é bem diferente de engessá-los neles. Quando você diz que seu filho mais velho é “o organizado”, o seu mais novo entende que não há espaço para que ele seja organizado também.

 

4) Não interfira nas brigas, ou interfira apenas quando for estritamente necessário. Assim você dá a eles a oportunidade de se entenderem. Se precisar mediar as discussões, não dê sua opinião prontamente: espere, escute, faça com que eles escutem um ao outro, pergunte as sugestões deles para resolver o conflito.

 

5) Ajude-os a aprender a brigar. Deixe claro o que é permitido ou não, porque até nas brigas é preciso ter regras.

 

6) Quando sugerir soluções, faça de um jeito que os incentive a trabalhar em conjunto. Por exemplo, se estão brigando para ver quem fica com o maior pedaço do bolo, diga que um vai cortar as fatias e o outro vai escolher qual pedaço, já cortado, quer. É tiro e queda.

 

7) Estimule momentos em família, para que todos, pais e filhos, se divirtam juntos e fortaleçam vínculos uns com os outros. Não vale assistir televisão juntos, tem que interagir. Sei que o tempo é curto, o corre-corre é grande, mas se for preciso agende esses momentos e trate como um compromisso qualquer.

 

Essas são dicas bem simples, possíveis de seguir. E o que mais tem funcionado na sua família? Tem alguma outra dica a acrescentar? Conta pra gente!

 

Refeições em família

 

Como são feitas as refeições na sua casa? a família se reúne? sentam-se todos à mesa, conversam? A televisão fica ligada, tirando a atenção? Os filhos fazem parte das conversas ou ficam apenas como espectadores?

 

Você sabia que uma pesquisa realizada com 34 mil crianças e adolescentes por uma instituição inglesa dedicada à alfabetização, concluiu que conversar durante as refeições ajuda a criar filhos mais confiantes?!

 

O levantamento descobriu que 87% das crianças sentavam com as famílias durante as refeições, mas desse grupo, uma em quatro não dialogava com os pais ou irmãos. Entra as crianças que comiam com os pais e conversavam durante as refeições, 75% disseram se sentir a vontade para participar de debates na sala de aula. Entre os que não conversavam, esse número caiu para 57%. Quando perguntados sobre como se sentiam ao falar na frente dos amigos na classe, no primeiro grupo 62% disseram se sentir bem, comparado com 47% no segundo. Por meio desses parâmetros, os responsáveis pela pesquisa concluíram que conversar durante as refeições é uma ótima ferramenta para filhos e pais.

 

Com isso, os especialistas afirmam que o ideal é fazer uma das refeições do dia com a família reunida. O importante é que todos estejam na mesa, com tempo para trocarem ideias e olharem nos olhos uns dos outros. Saber como foi o dia, quais foram as novidades na escola, todo detalhe é importante.

 

Outra coisa: não deixe que a tecnologia fique entre vocês. Na hora de comer, a tv deve estar desligada e os celulares longe do alcance dos pais.

 

E tem mais, segundo os nutricionistas, fazer refeições em família é fundamental para a formação do hábito alimentar. O pequeno ainda está aprendendo a comer. É preciso colocar alimentos na mesa, fazer com que as crianças sintam o gosto e percebam o que estão comendo.

Fonte: Revista Crescer

 

Aqui em casa procuro sempre estar junto. O café da manhã é sempre bem corrido, mas fico junto da pequena enquanto ela come, conversando, passando algumas orientações para o dia ou simplesmente fazendo companhia. O almoço ela faz na escola, já que estuda em horário integral, a noite sempre jantamos juntas e algumas vezes até preparamos nossa refeição. No final de semana sim, sentamos TODOS juntos para todas as refeições, até a pequerrucha já vai em seu carrinho fazer companhia. É um momento de troca de experiências, convívio e intimidade da família. E aproveito para fiscalizar a qualidade da alimentação e os modos à mesa. E é claro que no domingo temos o almoço da família, onde juntam-se avós, tios e primos uma farra e falação só!

 

Beijos e boa refeição em família para todos!